• 07nov

    Investidores estrangeiros investem em conhecimento no Brasil.

    “Há conhecimento de dois tipos: sabemos sobre um assunto, ou sabemos onde podemos buscar informação sobre ele.” Samuel Johnson
    Em plena era da informação, a maior parte do conhecimento ainda está espalhada. Ela está no conhecimento de cada pessoa. Como fazer isso? Como fazer aquilo? Há sempre alguém lá fora que pode ser considerado um especialista no assunto. Foi a partir desse conceito que surgiu o Artigo Mundo. Um site que paga para qualquer pessoa escrever sobre temas diversos. O site possui um grande número de temas e questionamentos. E quem entender de um dos tópicos pode escrever. O objetivo é gerar conteúdo para websites como portais de moda e atualidades. Plataformas como essa já são comuns em outros países, e agora investidores estrangeiros desembarcaram no Brasil com esse novo site.
    O sistema do Artigo Mundo é simples: basta fazer seu cadastro no site para ver os pedidos disponíveis, com uma descrição do projeto, a data-limite e o valor oferecido. Os temas são muito variados, desde receitas de comida, tutoriais de programas da internet, até sobre videogames. Entre textos técnicos e amadores, você vai encontrar um sobre o qual saiba escrever e o site paga aos usuários por texto escrito.

    Investidores entraram nas Compras Coletivas

    A empresa que lançou o Artigo Mundo já tem diversos outros investimentos espalhados pelo Mundo, incluindo Espanha, Mexico, Argentina, Filipinas, Rússia, Itália, e diversos outros países. A empresa se interessou pelo Brasil após seu lançar seu primeiro projeto, um Agregador de Compras Coletivas, aproveitando a grande popularidade dos sites de compra coletiva no país. Ao obter um bom resultado com essa primeira empreitada, a empresa decidiu expandir sua atuação em terras brasileiras. A empresa vê o país como um de seus principais mercados, destacando a grande utilização da internet pelos brasileiros, e o desejo das pessoas por novidades e inovações. Devido a isso, o intuito dos investidores é ainda investir mais no país, lançando outros sites e plataformas em diversas áreas.

  • 08abr

    O setor de tecnologia da informação deve atingir neste ano o maior deficit de profissionais de sua história.
    Segundo estudo da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), neste ano 92 mil vagas não serão preenchidas.

    O número representa crescimento de cerca de 30% ante os registros de 2010.
    O deficit é superior também ao enfrentado por indústria e construção, que precisam de, pelo menos, 60 mil engenheiros por ano e formam 32 mil pessoas.
    Parte da explicação do deficit em TI vem da alta evasão dos cursos universitários. Dos mais de 580 mil universitários que ingressam em cursos de tecnologia, apenas 85 mil se formam todos os anos.

    “O mais alarmante é que eles são disputados não apenas por empresas do setor, mas por companhias que enxergam na tecnologia um ganho de competitividade”, afirma Sergio Sgobbi, diretor de Recursos Humanos e Tecnologia da Brasscom.

    A escassez atinge todos os níveis profissionais. A HP Brasil, por exemplo, está com quase 550 vagas abertas para oito regiões do Brasil, em áreas de computação corporativa, serviços de tecnologia e terceirização.
    Algumas das mais difíceis de serem preenchidas incluem consultores de tecnologia, arquitetos e engenheiros de software.

    “Só para pesquisa e desenvolvimento, parte importante do negócio no Brasil e que também cria soluções para serem exportadas, são 60 vagas abertas”, diz Oscar Clarke, presidente da HP.
    A corrida pelo profissional de TI está inflacionando os salários. Quem não quer enfrentar um índice de rotatividade na casa dos 30% precisa pagar mais, principalmente no Sudeste.Segundo estimativas de mercado, programadores com experiência ganham, em média, R$ 7.500 em São Paulo e R$ 5.000 no Rio. Em outros centros, a média salarial está em R$ 3.000. Vamos estudar pessoal, o mercado está aí e emprego não falta.

    digitando1 Faltam 90 mil profissionais de tecnologia no Brasil

  • 25mar

    Um conceito que surgiu nos EUA, vem fazendo muito sucesso por aqui. O mercado estima que em 2011, os Sites de Compras Coletivas devem movimentar até R$ 1,5 Bilhão. Esse formato de compra via Web, pode parecer novidade, no entanto, vem conquistandSite de Compras  4d1088ca916c2 Compras Coletivas, um mercado que deve movimentar R$ 1,5 Bilhão em 2011.o muitos adeptos no Brasil.

    Na medida que cresce o número de clientes, cresce também o número de sites oferecendo os serviços. Pioneiro no Brasil e sucesso de adeptos, o Peixe Urbano ultrapassou a marca de 01 milhão de clientes em Setembro de 2010, e o número de usuários vem crescendo gradativamente. Contudo, o site vem enfrentando forte concorrência com novos empreendimentos que estão surgindo no mercado Brasileiro, Nos últimos meses, diversos novos sites iniciaram suas atividades, como é o caso do ClickOn, Groupon, OfertaX, Deu Samba e Promoo.

    Essas empresas estão de olho em um mercado que estima ter faturado R$ 500 Milhões entre as 405 empresas que ofereceram esse tipo de serviço em 2010, sendo 60% desse valor, nos últimos 04 meses do ano. Com esses números, é possível prever o sucesso e estimar um faturamento bilionário em 2011, afirmou o Professor Edmundo Pereira Leme da Unicsul, especialista em Comércio Eletrônico/E-commerce. Hoje, pesquisas apontam que o Brasil tem mais de 30 milhões de usuários cadastrados e mais de 01 milhão de ofertas anunciadas. o boom dos sites de compras coletivas, deve-se ao fato de ter um investimento inicial bastante baixo para iniciar suas atividades. Lançar um site de compras coletivas é barato, porém, conquistar nome e manter o site por 10 anos é outra história. O sucesso desse segmento é tão grande e rentável que no final de 2010, o gigante Google ofereceu US$ 06 bilhões para adquirir o Groupon, que é um dos maiores sucessos nos EUA e Brasil, lançado em 2008, conquistou uma receita mensal de US$ 50 milhões em pouquíssimo tempo. O Groupon, prevendo o crescimento cada vez maior desse mercado, rejeitou a proposta.

    As compras coletivas, oferecem grandes vantagens, com descontos que podem chegar de 50% à 90% do valor original do produto. As compras coletivas funcionam da seguinte maneira, a empresa contrata o site, oferece um produto com um excelente desconto, e o site divulga essa oferta da melhor maneira possível. O cliente ao comprar, efetua o pagamento via cartão de crédito, que pode ser cancelado caso desista da compra. Parte desse pagamento, fica com o site que divulgou o produto e a outra parte, com a empresa que fez o anúncio. No final das contas, todos saem ganhando com o site de compras coletivas, o cliente que economiza até 90% em suas compras, o anunciante que talvez não tenha tanto lucro, mas ganha e muito em publicidade e por último o site, que por um custo muito baixo, fica com parte do valor das vendas. Fica a dica, comprar em sites de compras coletivas é bastante seguro, contudo, dependendo do anúncio, pode haver muitas compras, ultrapassando 1000 ofertas, fazendo com que tenha que marcar horário e esperar algumas semanas ou meses para consumir ou retirar sua compra. Fora isso, o resto é só vantagem. Aproveitem!!!comprascoletivas3 Compras Coletivas, um mercado que deve movimentar R$ 1,5 Bilhão em 2011.

  • 28mai

    Em 2008 o DPN .com.br tornou-se um DPN “genérico”, passando a aceitar registro tanto de pessoas jurídicas como de pessoas físicas. O mesmo foi decidido pelo Comitê Gestor quanto ao domínio .net.br. Assim, esses dois DPNs, o .com.br e o .net.br, já aceitam registros tanto de pessoas jurídicas
    como de pessoas físicas.

    Em 6 de abril de 2009 iniciou-se a operação do .net.br como DPN genérico.

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