• 27abr

    Nesta segunda-feira (25/04), a Ugabuga esteve mais uma vez presente no programa Breakfast do apresentador Osny Martins na rádio Jovem Pan.

    Desta vez falando da importância de uma empresa ter sua imagem na WEB, Gabriel Manes, Sócio e Gerente de Marketing do grupo, deu dicas de escolha de domínios, esclareceu dúvidas frequentes e falou dos cuidados que devem ser tomados ao escolher o responsável pelo seu site.

    Confiram o áudio da entrevista:

  • 11abr

    Banda larga é assunto sério no governo federal. A presidente Dilma Rousseff quer que a conexão popular seja de pelo menos 01 Mega, de acordo com informações divulgadas pelo jornal Folha de São Paulo durante o fim de semana.

    No projeto antigo do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), a meta das operadoras de telefonia era oferecer conexões de 600 Kbps por R$ 35 mensais (nos Estados em que não houve redução de ICMS para o serviço). Dilma agora exige que a conexão de 01 Mega seja oferecida pelos mesmos R$ 35 mensais. A decisão já foi repassada ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para que ele volte a negociar com as telefônicas. A banda larga popular será mais barata em alguns Estados que concordaram em reduzir os impostos desse serviço. Segundo a Folha, navegar a taxa de transmissão de 1 Mbps (para downstream) custará R$ 28,90 nesses Estados.

    Uma grande mesa de negociações foi instalada no Planalto para convencer as operadoras (e principalmente dar incentivos) para que ofereçam a conexão com a internet nas condições definidas pelo governo. Dilma Rousseff já entendeu que a contrapartida para isso é permitir que as telecoms entrem no mercado de televisão por assinatura, serviço que atualmente é restringido pela lei vigente (e a gente bem sabe que não tem adiantado muita coisa). Seria uma forma de obter receitas que permitam às teles fazer o investimento necessário para que o PNBL saia do papel.

    Entre as motivações da presidente para essa mudança, a mais latente é o comparativo mundial de velocidade de acesso. 600 Kbps é muito pouco perto dos 100 Mbps almejados por plano similar nos Estados Unidos (Que inveja). Dilma Rousseff quer abolir o termo “kilobits por segundo” no Brasil. Tomara que dê certo e logo!internet banda larga popular1 Presidente Dilma exige Banda Larga popular de pelo menos 01 Mega

  • 08abr

    O setor de tecnologia da informação deve atingir neste ano o maior deficit de profissionais de sua história.
    Segundo estudo da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), neste ano 92 mil vagas não serão preenchidas.

    O número representa crescimento de cerca de 30% ante os registros de 2010.
    O deficit é superior também ao enfrentado por indústria e construção, que precisam de, pelo menos, 60 mil engenheiros por ano e formam 32 mil pessoas.
    Parte da explicação do deficit em TI vem da alta evasão dos cursos universitários. Dos mais de 580 mil universitários que ingressam em cursos de tecnologia, apenas 85 mil se formam todos os anos.

    “O mais alarmante é que eles são disputados não apenas por empresas do setor, mas por companhias que enxergam na tecnologia um ganho de competitividade”, afirma Sergio Sgobbi, diretor de Recursos Humanos e Tecnologia da Brasscom.

    A escassez atinge todos os níveis profissionais. A HP Brasil, por exemplo, está com quase 550 vagas abertas para oito regiões do Brasil, em áreas de computação corporativa, serviços de tecnologia e terceirização.
    Algumas das mais difíceis de serem preenchidas incluem consultores de tecnologia, arquitetos e engenheiros de software.

    “Só para pesquisa e desenvolvimento, parte importante do negócio no Brasil e que também cria soluções para serem exportadas, são 60 vagas abertas”, diz Oscar Clarke, presidente da HP.
    A corrida pelo profissional de TI está inflacionando os salários. Quem não quer enfrentar um índice de rotatividade na casa dos 30% precisa pagar mais, principalmente no Sudeste.Segundo estimativas de mercado, programadores com experiência ganham, em média, R$ 7.500 em São Paulo e R$ 5.000 no Rio. Em outros centros, a média salarial está em R$ 3.000. Vamos estudar pessoal, o mercado está aí e emprego não falta.

    digitando1 Faltam 90 mil profissionais de tecnologia no Brasil

  • 07abr

    Todos sabem que um governo consegue ser tirano o bastante para desativar o acesso à internet de um país inteiro e deixar sua população com páginas em branco nos seus navegadores. Vimos isso acontecer recentemente no Egito e na Líbia, porém, em ambos os casos se tratava de uma intervenção oficial. Porém dessa vez uma intervenção acidental causou o mesmo efeito: uma senhora de 75 anos deixou parte de 02 países sem acesso à internet por horas.

    Seu nome não foi divulgado, mas sabe-se que é uma moradora de um Vilarejo chamado Ksani, na Geórgia, que ao sair de sua casa no dia 28 do mês passado, para procurar por cabos de cobre, afim de cortar, roubar e revender, encontrou justamente um dos cabos de fibra óptica que faz ligação do seu país com a Armênia. Consequentemente e imprudentemente, passou o alicate nele e com isso, 90% da Geórgia e parte da Armênia ficaram sem acesso à internet durante pouco mais de 12 horas.

    Pouco depois da meia-noite do dia 28, os serviços foram normalizados. Quanto à Senhora, foi encontrada pela Polícia da Geórgia e pode ter que enfrentar até 03 anos de prisão. Pobre Velhinha!!!

    2_147_31326_fibra optica

  • 05abr

    A Mozilla é uma empresa bem responsável quando trata de extensões do Firefox que podem ser potencialmente ruins para seus usuários. Há algum tempo ela criou a lista de extensões que estavam travando demais o navegador, além de desativá-las automaticamente. Agora ela deu mais um passo nesse caminho, mostrando para todo mundo quais os add-ons que estão deixando o seu navegador tão lento quanto uma lesma no casco de uma tartaruga.

    A lista contém nomes de extensões bastante conhecidas como o Firebug, usado por desenvolvedores web para encontrar erros em páginas (dentre outras coisas) e o Flashgot, uma extensão gerenciadora de downloads. Ao lado de cada um dos nomes, a Mozilla inclui também uma porcentagem média de quão mais lerdo fica o carregamento do Firefox com aquela extensão. No topo da lista está a extensão tradutora Foxlingo, que deixa o navegador 74% mais demorado para carregar.

    Essa lista não serve apenas para alertar que a instalação dessas extensões vai prejudicar o tempo de carregamento do Firefox. Ela está aí para cutucar seus desenvolvedores publicamente, para que eles deem um jeito de otimizar o código das suas criações e deixarem-nas menos pesadas. E se eu fosse um deles, faria o máximo para sair o mais rápido possível.

    firefox exten lentas Mozilla mostra quais extensões estão deixando seu Firefox lento